Nós utilizamos cookies para melhorar sua experiência no nosso site. Ao clicar em "Aceitar", você concorda com o uso de cookies de acordo com a Política de Cookies

BlogdoViajante

Giro com Fredson Navarro
Por Fredson Navaro

GACC encerra oficinas de teatro de fantoches e dança do  ‘Projeto Brincar de fazer Arte’

13 Ago, 2025Por: Giro com Fredson Navarro

O Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Sergipe (GACC-SE), encerrou nesta terça-feira, 12 de agosto, as oficinas de teatro de fantoches e dança que fazem parte do ‘Projeto Brincar de fazer Arte’ sob o comando do oficineiro Cristiano Gomes e da professora de dança Denni Ellin. A ação cultural que começou em fevereiro deste ano com a participação de 24 crianças contempladas foi realizada com a aprovação do recurso da Lei de Paulo Gustavo, através da Funcap. O projeto segue até dezembro deste ano.

O projeto tem objetivo de promover a socialização e o desenvolvimento da sensibilidade e criatividade das crianças, por meio do contato com a linguagem artística, através da dança e do teatro.

“Encerramos hoje o primeiro ciclo do projeto com as oficinas de teatro com fantoches e dança em clima de confraternização com as crianças que ficaram muito felizes. O projeto desenvolve a autoestima, valoriza os dons apresentados para o teatro e a dança, contribuindo fortemente para a melhoria da disciplina, concentração e motivação das crianças e adolescentes. Além de promover a valorização da cultura regional, através das manifestações culturais e de dança existente”, explica a coordenadora do projeto, Mônica Oliveira.

O projeto foi elaborado com o objetivo de proporcionar para as crianças do GACC a vivência com outros contextos socioculturais, além da oportunidade de ampliação da bagagem cultural com o aprendizado de teatro com fantoches e danças de diversos estilos e ritmos, aproximando-os da arte e da cultura. 

“Gostei muito de participar das aulas de teatro com fantoches e dança”, comemora  Joana Maíra, de 9 anos.

“Amei participar das  oficinas com a turma. Cada aula era mais divertida que a outra. Aprendemos brincando. Os professores são muito bons e descontraídos”, vibra Kerolly Vitória, 13 anos.

Deixe seuComentário